Era aniversário do meu Dono. E para essa comemoração eu seria dominada por uma Domme na presença dele.
Mas, no dia anterior a esse evento tão esperado, a senhora que me dominadoria me ligou e desmarcou o compromisso, dizendo que surgira um contratempo e não poderia participar da sessão.
Desespero da escrava... e agora??? Uma das piores coisas para uma escrava é frustrar os planos do Dono, não há dor maior. Sendo ou não a culpada (e eu não era) fiquei muito mal.
Essa sessão partiu de um desejo dele, de uma ordem que me deu de conseguir uma Domme que me dominasse em sua presença para que ele assistisse.
Não foi fácil conseguir, a ordem tinha alguns pormenores específicos, a sessão teria que ser na minha cidade, o que tornava tudo mais difícil. Eu precisava encontrar alguém que, além de aceitar me dominar diante do olhar do meu Dono, se dispusesse a viajar até a minha cidade com ele. Mas nada detém uma escrava determinada e ao fim da busca eu tinha três possibilidades, três senhoras dispostas, cada uma delas com suas particularidades e exigências e assim, depois de algumas conversas, ficou combinado com uma delas... justamente a que, no último momento, teve um contratempo e desistiu.
Restava contar a ele mas, antes que isso acontecesse, resolvi lançar mão do plano B - plano esse que nem existia mas que tive que arranjar. Como deixar passar assim, em branco?
Tínhamos uma amiga, L, uma mulher que já havia saído conosco uma vez e da qual ele tinha gostado muito. Simpática, extrovertida e muito sexy.
Liguei para ela, expliquei a situação, falei do aniversário e ela aceitou logo participar da brincadeira, uma vez que gostaria de dar a ele um presente-surpresa também.
Não tenho palavras para dizer o quanto fiquei agradecida... ela salvou a festa!
Quando ele ligou para combinar nosso encontro, contei que a Domme tinha desistido mas que havia ainda uma surpresa. Nem de longe deixei que soubesse o que era e assim, no dia seguinte ele chegava e o encontrei na rua, entrei no carro e disse que iríamos a um lugar, a uma outra rua para que ele recebesse sua surpresa.
Ao chegarmos ao local combinado, tentei vendá-lo. Ele não aceitou (imaginem se ia aceitar... rs) mas me garantiu que ficaria com os olhos fechados.
Vi, pelo retrovisor, que nossa amiga L. já vinha caminhando graciosamente em um vestidinho preto bem colante, pela calçada... e, pedindo que ele permanecesse de olhos fechados, abri a porta e saí.
Ela aproximou-se silenciosamente, entrou no carro, sentou-se ao lado dele e o beijou na boca. Ele imediatamente percebeu que não era eu mas abriu os olhos e quando viu quem era ficou realmente surpreso e feliz. Minha satisfação naquele momento foi imensa, não há recompensa maior que fazer algo que realmente agrade o Dono. E isso eu havia conseguido, mesmo depois do plano original haver naufragado. Alegria em dobro por conseguir contornar a situação e por vê-lo tão feliz.
Entrei então no carro pela porta traseira para que ele aproveitasse melhor sua surpresa e assim seguimos para o local da comemoração onde muitas alegrias e prazeres foram vividos.
Essa deveria ser uma história totalmente feliz mas nem sempre as coisas saem exatamente como esperamos.
Nesse dia, tentando fazer uma surpresa que começou tão bem, acabei sendo surpreendida por mim mesma... às vezes nossos próprios sentimentos nos traem. Mas essa é outra história e está contada aqui:
Continho
De qualquer maneira valeu e valerá sempre a pena surpreender meu Dono. Proporcionar alegrias e prazeres a ele me faz muito feliz e espero ter ainda muitas oportunidades de surpreendê-lo mesmo que me custe, afinal, o brilho daquele olhar não tem preço.
Mas, no dia anterior a esse evento tão esperado, a senhora que me dominadoria me ligou e desmarcou o compromisso, dizendo que surgira um contratempo e não poderia participar da sessão.
Desespero da escrava... e agora??? Uma das piores coisas para uma escrava é frustrar os planos do Dono, não há dor maior. Sendo ou não a culpada (e eu não era) fiquei muito mal.
Essa sessão partiu de um desejo dele, de uma ordem que me deu de conseguir uma Domme que me dominasse em sua presença para que ele assistisse.
Não foi fácil conseguir, a ordem tinha alguns pormenores específicos, a sessão teria que ser na minha cidade, o que tornava tudo mais difícil. Eu precisava encontrar alguém que, além de aceitar me dominar diante do olhar do meu Dono, se dispusesse a viajar até a minha cidade com ele. Mas nada detém uma escrava determinada e ao fim da busca eu tinha três possibilidades, três senhoras dispostas, cada uma delas com suas particularidades e exigências e assim, depois de algumas conversas, ficou combinado com uma delas... justamente a que, no último momento, teve um contratempo e desistiu.
Restava contar a ele mas, antes que isso acontecesse, resolvi lançar mão do plano B - plano esse que nem existia mas que tive que arranjar. Como deixar passar assim, em branco?
Tínhamos uma amiga, L, uma mulher que já havia saído conosco uma vez e da qual ele tinha gostado muito. Simpática, extrovertida e muito sexy.
Liguei para ela, expliquei a situação, falei do aniversário e ela aceitou logo participar da brincadeira, uma vez que gostaria de dar a ele um presente-surpresa também.
Não tenho palavras para dizer o quanto fiquei agradecida... ela salvou a festa!
Quando ele ligou para combinar nosso encontro, contei que a Domme tinha desistido mas que havia ainda uma surpresa. Nem de longe deixei que soubesse o que era e assim, no dia seguinte ele chegava e o encontrei na rua, entrei no carro e disse que iríamos a um lugar, a uma outra rua para que ele recebesse sua surpresa.
Ao chegarmos ao local combinado, tentei vendá-lo. Ele não aceitou (imaginem se ia aceitar... rs) mas me garantiu que ficaria com os olhos fechados.
Vi, pelo retrovisor, que nossa amiga L. já vinha caminhando graciosamente em um vestidinho preto bem colante, pela calçada... e, pedindo que ele permanecesse de olhos fechados, abri a porta e saí.
Ela aproximou-se silenciosamente, entrou no carro, sentou-se ao lado dele e o beijou na boca. Ele imediatamente percebeu que não era eu mas abriu os olhos e quando viu quem era ficou realmente surpreso e feliz. Minha satisfação naquele momento foi imensa, não há recompensa maior que fazer algo que realmente agrade o Dono. E isso eu havia conseguido, mesmo depois do plano original haver naufragado. Alegria em dobro por conseguir contornar a situação e por vê-lo tão feliz.
Nesse dia, tentando fazer uma surpresa que começou tão bem, acabei sendo surpreendida por mim mesma... às vezes nossos próprios sentimentos nos traem. Mas essa é outra história e está contada aqui:
Continho
De qualquer maneira valeu e valerá sempre a pena surpreender meu Dono. Proporcionar alegrias e prazeres a ele me faz muito feliz e espero ter ainda muitas oportunidades de surpreendê-lo mesmo que me custe, afinal, o brilho daquele olhar não tem preço.











