segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Lista de desejos para 2010...

Só alguns...


Humm...


Hummm...


Hummmm...


Hummmmm...


Hummmmmm...


Hummmmmmm...


Meu Dono amado,

o meu maior desejo é ser, em 2010, cada dia melhor em Te servir, Te amar e Te dar prazer.
E que tenhas sempre sucesso, prosperidade, saúde, luz, paz e amor.
Te amo e agradeço por começar mais um ano a seus pés.

Aos amigos que tanto me alegram com suas visitas, um Feliz Ano Novo, cheio de luz e esperanças renovadas.
Beijos a todos.

{Λїtą}_ŞT

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Lamb(usa)me


Lamb(usa)me

Morde-me, chupa-me,
Despe-te sobre minha pele úmida.
Reveste-me em seus versos incompletos,
ou rabiscos sem textura
Sacia em mim tua procura
Alimenta minha loucura
Pinta meu corpo em tua luxúria
Arranca o véu que esconde minha visão ajoelhada,
..em tua cama nua...
Lamb(usa)me


Xama

domingo, 13 de dezembro de 2009

13 de setembro...


Meu Dono e Senhor...

Hoje fazem três meses de mais um dos muitos momentos maravilhosos a Seus pés, mas
este, muito especial, sabemos...
Agradeço, de joelhos, por toda a felicidade desse dia, sem dúvida alguma, o melhor de 2009.
"... e que meu amor Te seja cada dia mais leve, nunca Te pese, nunca seja um fardo..."



"... Te honrarei como Dono, Te amarei como Homem, Te adorarei como um deus... eternamente". 
Te amo.
Sua {Λїtą}_ŞT

sábado, 5 de dezembro de 2009

Beijos e beijos

Um beijo pode ser breve, ligeiro como um bater de asas, mas deixa seu perfume em quem recebe e seu gosto em quem o dá.



Pode também ser intenso, sentido, pura carne, pulsante, querendo se saciar.



Um beijo pode ser devasso, guloso, invasivo. Ansiosa promessa de outros sentidos, loucos para desaguar.






Outros são pura devoção, de saber que ali está toda a beleza de se entregar.





Mas há beijos que são bocas, línguas e almas que se transpassam, que tornam-se uma ao se encontrar.





A esses, nada se pode comparar.



{Λїtą}_ŞT

sábado, 28 de novembro de 2009

Só por um instante.



Deixa-me ser teu porto...
Seguro, da segurança que o amor traz
Só por um instante...
Descansa da vida em meu colo
Que ele é um mundo só Teu
E que se fecha quando entras
Se faz silencioso, calmo e leve
Para que nada Te perturbe
Só por um instante...
E depois volto ao meu lugar.

{Λїtą}_ŞT




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Oferenda


Pára o tempo.
Cessam a respiração e os ruídos.
A vida fica suspensa por uns instantes,
Só o que existe é a ânsia de receber-Te.
Vem...
Preencher meus vazios,
Completar-me de Ti.


{Λїtą}_ŞT

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Se Falo, o Verbo é Amar


Amor é instrumento que pulsa e pausa.
No interlúdio de um beijo, eu calo...
Num falo...
Membro calmo, suave ao toque e olfato,
Quero moldá-lo, saudá-lo, salvá-lo...
Prová-lo... No fato, no ato...
Há tanto num beijo... Num falo!



E me falas com o olhar
E vens minha boca provar...
Assim me tens, deténs e me convéns...
Falo!
Profanas os meus sentidos. Reparo...
Me torno pantera, leoa, uma fera a seguir esse faro,
Que se ergue, ascendente e acende irreverente,
Reto, oblíquo e complacente regalo...
E folgo, me alimento, me salvo, me calo, num falo.



Te toco, digito teu texto e contexto de salto.
Te curto, num jeito...
Em rico deleite, escutas meu silêncio...
Num falo me calo...
Me espraio, em sentidos, em novos ruídos o faço pulsar
E tu que me sentes, meio morna, meio quente
No modo que sentes, me fazes chorar,
Já posso falar... Falo, escuto, osculo a mais desejar,
Me entendes, num falo... 



E me queres a calar...
És senhor do meu desejar, e em ondas provocas
Sabores, palores, que abrem caminho, num estalo...
Agora só penso, num falo.
Repousas, transbordas em espasmos...
Desperto em aromas de flores e cores,
Me consumistes servil...
E eu que amo a ti...
A ti, dou idéias e afagos...
Num falo.

domingo, 25 de outubro de 2009

Fica, olha-me... queima-me


Brilha nos olhos o código do silêncio
Calam-se as palavras que a alma sente
O coração aperta, pulsátil, louco
Impele nas artérias o sangue impetuoso
Nutrindo as entranhas viscerais do querer
Docemente a ternura penetra fundo
Na carne ressequida da saudade
A nudez do corpo, veste as roupas da nostalgia.
O pensamento grita na noite escura e fria.
Silêncio, ninguém ouve
Só o vento geme baixinho, solidário.
O coração continua a compasso
Da lembrança possante do sentir.
Do desejo ardente do Teu ser
E Tu, distante mas…. presente.
Ignoras a força do meu querer.
Fica, olha-me mesmo que não me toques
Sente, inflama, não tenhas medo de Te calcinar
Transforma-Te em fogo ardente
Aquece meu coração,
Queima o meu corpo sedento do Teu
Fica, olha-me… queima-me…
Liliana Maciel

domingo, 18 de outubro de 2009

Tua vadia


Me usa
Abusa do Teu poder
Me arranha, me bate, me lanha,
Tira de mim o Teu prazer
Desfruta de mim, do que é Teu
Arromba, abre, arreganha
Vira de frente, de costas, do avesso
A sua puta sem-vergonha




Cadela
Que geme e grita, extasiada
Quando sente, louca, arrepiada
O fogo líquido, lava de vulcão
Que se derrama nas entranhas
E vai certeiro ao coração.

{Λїtą}_ŞT

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Como pedra



Como pedra plantada na planície plena

eu sou rochedo, sim, e Te espero

no silêncio da vida mais amena...



Se vieres, porém, colher o meu segredo...

haverás de me encontrar humildemente

com o eco do Teu nome nos meus nervos

e a paisagem do teu corpo em minha mente...


... E eu sou rochedo de amor por todo o sempre.




Fragmentos de "Rochedo Humano", extraído de O Chacal
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