"...Poema vermelho!
Do fogo que queima as almas
E as consome!
Vermelho de cor de ira,
Vermelho da cor da fome!
Vermelho como o pecado...
Que tomou minha alma exangue,
E como eu nasci plebéia,
Vermelho cor do meu sangue...
Ah! Meu amor! Os meus versos
A arderem de desejos!
São vermelhos, sim! Vermelhos,
Vermelhos como os meus beijos!... "
(Border, in "Poesia da Minha Avó")














