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domingo, 1 de novembro de 2015

Para iniciar novembro...

... de boca cheia!



Homem da minha fome

Te quero nas noites todas
nos momentos de devassidão
quando me abro, pernas e bocas
e te tenho em meu tesão



e é você, é só você que eu quero
que eu busco em pensamento
que me chega como espero
teso, pronto, em movimento



é você que me sabe, me conhece
que vai me entrando devagar
que está no fio que a teia tece
que é o único do meu amar



é você que eu beijo lento
com a língua passeando
te molhando, arrepiando, acalento
que vai vertendo, molhando



é você, você e mais ninguém
que me toma em verdade
o homem a quem dei meu bem
e que me jorra em tempestade

(Maria Quitéria)



Digo sempre que um boquete é algo complicado porque depende do gosto do "freguês".
Meu Dono, lá no primeiro, há muito tempo atrás, me disse logo: "não sugue, cadela tem que babar o pau do Dono e se você suga, não baba".
E eu, que sempre me achei muito experiente nos "trabalhos", tive que afrouxar a boca, mudar o jeito.
Bem, penso que para encontrar a medida certa de cada um, que é um mistério, pode até depender de conhecer mais a fundo a pessoa mas, principalmente, de gostar da coisa.
Quem gosta faz bem feito.

Mas, só para começarmos o mês bem animadinhas, deixo aqui um texto interessante sobre essa "arte".




Beijos de {Λїtą}_ŞT


terça-feira, 24 de maio de 2011

Conjugando

Eu beijo, lambo, chupo



TU olhas, tremes, deliras,


ela molha, geme, suspira


N/nós gozamos.



Eu, Tu, ela, nós...


Foi uma das ordens mais difíceis que Ele me deu.
Conhecer uma menina e sair, por minha própria conta, sem a ajuda dEle, apenas para ver como eu me saía na tarefa... e a parte ainda mais complicada: teria que fotografar. Sim, Ele queria provas.

Pode parecer bobagem mas nunca me coloquei nesse papel, estive sempre no da caça, ser a caçadora, fazer um papel tipicamente masculino me parecia estranho, não parecia eu.
E de repente lá estava eu, depois de algumas conversas via Skype e telefone, estacionada em uma esquina, esperando a garota sair do trabalho para levá-la em casa. 
Me senti fazendo um papel tão masculino, tão fora de mim, mas fui...
Para minha sorte a menina morava só... imagino que levá-la para um motel teria sido mais difícil.
Enfim ela saiu do trabalho, me cumprimentou com beijinhos no rosto e seguimos para a casa dela.
Ela ia me ensinando o caminho enquanto conversávamos coisas triviais. Ela, tranquila. Eu, tentando ser... mas preocupada com a tarefa, a ordem, eu teria que fotografar e nem sabia ainda se ela iria aceitar tal coisa.
Entramos na casa dela, pequena e aconchegante, ela foi para o banho e a esperei sentada em sua cama.
Ela voltou enrolada na toalha, cabelos molhados e cheirando a sabonete. Sentou-se ao meu lado e nos beijamos... do que aconteceu depois as fotos mostram um pouco.
E assim foi cumprida a ordem, com muito prazer e a satisfação de mais uma vez ter feito a vontade dEle.

{Λїtą}_ŞT

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Cativa do TEU corpo


Teu corpo nu para a fome dos meus olhos
para o meu apetite desmedido de farra e orgia,
para o meu deleite, teu leite jorrado aos molhos,
meu demônio que canta a mais devassa melodia.
Meu corpo sôfrego de prazer e entregue ao teu,
o mel escorrido, besuntando dedos e vontades,
a noite dos sonhos mais escura que todo o breu
clareando gozos partilhados de tantas saudades.
Tua mão, feito uma cantiga, entoando as notas
dos órgãos expostos nas minhas carnes e pêlos,
meu mar entre as coxas pontilhando as gaivotas
dos teus dedos que sobem e descem em duelos.
A pele contra a pele, fomentando o jorro quente,
que escorre pelas vias das estrelas onde eu bebo
com a ânsia de uma louca ensandecida, delirante,
o teu prazer que me é dado e que liberta recebo;
aos grilhões do teu corpo inteiro e amante,
dentro da veia, na carne e na alma que te cedo.

Maria Quitéria

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Te bebo do avesso



Teu corpo rijo
é um templo que devasso
com meu firme traço
com minha volúpia
como uma dança cadenciada
uma rúpia
da pele ao cerne
do norte à estrada


é meu canto mais profano
de deusa sem um Olimpo
de uma vaca virginal
ou qualquer outro animal
uma pérola sem garimpo
ou a faca ao teu dano
- ao teu corpo, templo mundano -
com meu fogo corrido no limpo


esse meu rito profanado
no riste dessa tua espada
onde ajoelho sussurrando a oração
com a boca vertendo saliva
passada na tua glande
ao prazer de mais nada
ao desejo que criva
um sal tão suado
dum derradeiro tesão
é o confronto da minha luta
pelo sêmen jorrado na puta
no orgasmo que em ti se expande


no dentro que me faço profunda
no fora onde sou toda bunda
- carne, escuros e profundezas
cuspes, tetas e asperezas-
subindo e descendo a escadaria
do templo ao avesso, onde a fé principia.

Maria Quitéria


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Retalhos


...Homem dos meus delírios
da minha fome sem lei
Homem que já fiz Rei
que chamei pra dentro do mundo 
e criei a senha da cama
das noitadas cheias de manha, 
do ópio do gozo tomado
na boca, na taça, no falo
Tua sede é a minha entranha
o rio por onde Teu passo
Te afoga em água tamanha
minha lira entre as pernas
é a poesia do Teu gozo
Tua farra das tabernas
Teu desfrute mais gostoso
a beira do Teu precipício
da sanha, de todo o vício


a corda que Te segura
o crime e a linha dura
o despertar do Teu sono...
 ...nas minhas ancas faceiras, 
teu trotado manda e comanda
é Tua vontade quem manda
dos outros da minha escola
é Teu desejo, Tua pistola
que atira certo no alvo
que junta meus desagravos
que atiça meu fogo interno
que vem pro meu inferno
e queima junto comigo.



(Fragmentos de "Retalhos VI Tempos de amor e foda", de Maria Quitéria)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Se Falo, o Verbo é Amar


Amor é instrumento que pulsa e pausa.
No interlúdio de um beijo, eu calo...
Num falo...
Membro calmo, suave ao toque e olfato,
Quero moldá-lo, saudá-lo, salvá-lo...
Prová-lo... No fato, no ato...
Há tanto num beijo... Num falo!



E me falas com o olhar
E vens minha boca provar...
Assim me tens, deténs e me convéns...
Falo!
Profanas os meus sentidos. Reparo...
Me torno pantera, leoa, uma fera a seguir esse faro,
Que se ergue, ascendente e acende irreverente,
Reto, oblíquo e complacente regalo...
E folgo, me alimento, me salvo, me calo, num falo.



Te toco, digito teu texto e contexto de salto.
Te curto, num jeito...
Em rico deleite, escutas meu silêncio...
Num falo me calo...
Me espraio, em sentidos, em novos ruídos o faço pulsar
E tu que me sentes, meio morna, meio quente
No modo que sentes, me fazes chorar,
Já posso falar... Falo, escuto, osculo a mais desejar,
Me entendes, num falo... 



E me queres a calar...
És senhor do meu desejar, e em ondas provocas
Sabores, palores, que abrem caminho, num estalo...
Agora só penso, num falo.
Repousas, transbordas em espasmos...
Desperto em aromas de flores e cores,
Me consumistes servil...
E eu que amo a ti...
A ti, dou idéias e afagos...
Num falo.

domingo, 18 de outubro de 2009

Tua vadia


Me usa
Abusa do Teu poder
Me arranha, me bate, me lanha,
Tira de mim o Teu prazer
Desfruta de mim, do que é Teu
Arromba, abre, arreganha
Vira de frente, de costas, do avesso
A sua puta sem-vergonha




Cadela
Que geme e grita, extasiada
Quando sente, louca, arrepiada
O fogo líquido, lava de vulcão
Que se derrama nas entranhas
E vai certeiro ao coração.

{Λїtą}_ŞT

terça-feira, 21 de julho de 2009

Luxúria






Este caralho é mais do que um tesouro!
É o bem que pode me fazer feliz!
Este sim é que é bem de Imperatriz!
Vale esta gema mais que um poço de ouro!
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Fragmento do 4º Soneto Luxurioso
de Pietro Aretino
(1492–1556/Itália)


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