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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Gentileza gera Gentileza


Nem só de BDSM vive este blog.
Ele vive de mim, do que sinto ou penso, das histórias com meu Dono e da nossa relação. E embora eu evite colocar coisas que estejam fora desse tema, às vezes tenho vontade de contar outras histórias... e hoje vou contar uma que nem é nossa, embora tenha a ver conosco.


Antes de mais nada preciso dizer que meu Dono é um ótimo contador de histórias. É daquelas pessoas que têm o dom para a coisa, que quando conta algo nos faz sentir todas as emoções como se as estivéssemos vivendo e, por isso, nunca me canso de ouvi-lo.
Passear com ele é sempre uma gostosa aventura, principalmente se estamos em sua cidade. Além de conhecer os lugares mais lindos dela, ele conhece também a  história desses lugares. E conta, daquele jeito que só ele sabe, me fazendo ficar embevecida e babona, ouvindo.
Mas nem só de cantos e recantos lindos vive a cidade maravilhosa. Às vezes, até em um canto nem tão bonito assim podemos ver coisas muito belas e significativas... e essa foi uma das histórias que ele me contou e que minha memória curta não saberia mais reproduzir fielmente.
Por isso, peço ajuda aos universitários no blog Mente Aberta para contar a história do Profeta Gentileza.

Um dia, nos arredores da rodoviária onde Dono tinha ido me pegar (ou levar, não me lembro bem) acabamos inevitavelmente passando pelas pilastras do Viaduto do Caju e assim, ele passou a contar a história daquelas inscrições que podem ser vistas em 56 dessas pilastras e também em camisetas, faixas, etc e que eu já havia visto mas que sempre julguei serem fruto de alguma campanha publicitária, algo assim. Não era nada disso, essas placas passam pela história de José Datrino, mais conhecido como Profeta Gentileza.


Gentileza nasceu em 11/04/1917 no bairro de Cafelândia (São Paulo) onde vivia com seus pais e onze irmãos. Durante sua infância era "obrigado" a trabalhar nas terras locais cuidando dos animais e em determinados momentos havia a necessidade de trabalhar puxando carroças vendendo lenha para ajudar sua família. O campo ensinou José Datrino a amansar burros para o transporte de carga. Tempos depois, como profeta Gentileza, se dizia "amansador dos burros homens da cidade que não tinham esclarecimento".

Quando José completou 13 anos começou a ter algumas premonições sobre suas missões na Terra e isso acabou gerando certo desconforto em sua família que começou a desconfiar que ele estava tendo algum problema mental.

Em 1961, exatamente no dia 17 de Dezembro, ocorreu uma verdadeira tragédia em Niterói no Circo "Gran Circus Norte-Americano" que infelizmente gerou a morte de 500 pessoas causada por um incêndio. Essa foi uma das maiores fatalidades no Brasil e teve repercussão em todo o mundo.


Dois dias antes do Natal de 1961 (6 dias após o incêndio) José Datrino acordou durante a madrugada alegando ter ouvido "vozes astrais" que pediam para que ele abandonasse o mundo material e se dedicasse exclusivamente ao mundo espiritual. A partir desse dia o Profeta pegou seu caminhão e se dirigiu ao local do incêndio, plantou jardim e horta  sobre as cinzas do circo que um dia levou tantas alegrias as pessoas. Lá permaneceu durante 4 anos de sua vida. José  durante esse período levou conforto e carinho a muitas famílias das vítimas do incêndio. Daquele dia em diante passou a ser chamado de "Profeta Gentileza".


Depois de deixar o local, "Gentileza" começou sua jornada pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro na década de 1970. Fazia suas pregações em trens, ônibus e praças públicas, sempre levando palavras de conforto e bondade as pessoas. Gentileza pregava também o respeito ao próximo e pela natureza. Alguns o chamavam de louco e ele sempre respondia: - "Sou maluco para te amar e louco para te salvar".

A partir da década de 1980 começou a escrever diversas frases e poemas em 56 pilastras do viaduto do Caju, que vai do Cemitério do Caju até a Rodoviária Novo Rio. Ali deixou sua marca eterna para que todos pudessem ler.

Gentileza faleceu em 28 de maio de 1996.


Segundo meu Dono, há controvérsias. E o Profeta Gentileza teria mais mistérios do que essa história faz parecer, mas eu, uma apreciadora, entusiasta, praticante e entendedora da gentileza como a salvação das relações humanas em um mundo cada dia mais árido, só posso me encantar com a história, seja ela qual for, a ponto de contá-la aqui para vocês, queridos leitores e amigos, sem esquecer que ela foi-me contada por meu amado Dono que tem sempre algo a me ensinar, não importa em que situação porque no fim de tudo o que importa mesmo é o legado, a palavra de um homem simples que pregava gentileza e amor e sua obra que ficou imortalizada tendo sido inclusive restaurada mais de uma vez...


Muitos a conhecem, principalmente os cariocas, mas fica o registro de mais um dos nossos passeios. Este, sem aventuras exibicionistas, mas com muita gentileza.







sábado, 2 de abril de 2016

Astrologia

 O LEONINO

Tem tudo muito bem calculado, é inflexível, e se enaltece por isso, pois o Rei, "com ou sem fortuna", permanecerá sendo Rei. Todos são seus súditos, mesmo os seres mais queridos; tudo deve sair do modo que mandou e exige respeito, adaptação e obediência, onde quer que seja. Nada do que recebe é suficiente para este monarca, nem mesmo o amor.


É um homem bastante generoso, e que pode se exceder nessa e em outras coisas mais; não é traiçoeiro, e se surpreende com tais atos.
Pode e sabe perdoar com facilidade, mesmo que a fúria em seu passo pareça aniquilar tudo. Pode ter suas pequenas aventuras, as quais estão definitivamente proibidas para seu cônjuge, pois não pode manchar sua honra leonina com escândalos.


O Homem do Signo de Leão é generoso, extrovertido, apaixonado quando encontra aspectos de configurações superiores; se não, será grosseiro, sensual e passional, o que não é o caso deste.

A CAPRICORNIANA


Quando meninas, são velhas, e quando velhas, são meninas, à medida que passam os anos, vão sendo mais formosas e faceiras.

Sua frieza externa se conjuga com um atrativo especial: desperta no sexo oposto o mistério do desconhecido e o gosto por descobri - lo, o amor repentino e tempestuoso não são suas características.


Meditativa e calma, dedica-se com tenacidade às tarefas que empreende, escapa definitivamente dos moldes do "comum", e se envolve no maravilhoso véu do estranho.

OS DOIS

É um desafio para o trabalhador Capricórnio apaixonar-se pelo extravagante Leão, a não ser que este se controle, pois Capricórnio é convencional e materialista. O Leão regido pelo Sol e o Capricórnio regido por Saturno não têm muito em comum, no entanto o Fogo de Leão pode «queimar» a Terra de Capricórnio, mas nunca destruí-la. O Capricórnio, introvertido, sério e tradicionalista, como Signo de Terra, sente-se atraído pelo Fogo do alegre, divertido, amoroso e conquistador Leão que se apresenta com a aparência e a superioridade de um rei. 


Através da atração dos opostos, é natural que esta seja a razão do atrativo que sentem, além de uma enorme curiosidade mútua. Ambos se admiram, o Capricórnio pela despreocupação do Leão nos assuntos de dinheiro, e pela facilidade com que recupera da adversidade. O sério e reservado Capricórnio é capaz de ceder ao Leão o protagonismo de que ele tanto necessita, assim como ser tolerante com as suas extravagâncias e caprichos. Sexualmente o Capricórnio pode ser surpreendente. Ao ver-se rodeado de romantismo, ternura e magia reagirá com paixão e voluptuosidade. Além disso, o Capricórnio será sempre fiel ao Leão.



Fonte:
http://www.esoterikha.com/mapa_astral/signo-capricornio-mulher-beijo-veste.php




sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Comunicado

O Leo, do blog SeximaginariuM - A Celebração do Sexo, está fazendo uma interessante série de artigos sobre o BDSM.
No primeiro artigo da série, SABE O QUE É SPANKING? - UMA PRÁTICA #BDSM ele fala de forma bastante elucidativa, com imagens e boas explicações, sobre o assunto.
Vale a pena conferir.



Visite e comente.

Beijos a T/todos.







terça-feira, 20 de outubro de 2015

Curiosidades sobre hashis

Porque Ele adora comida japonesa



Os hashis começaram a ser usados no ano de 2.500 antes de Cristo. Conta-se que os primeiros foram utilizados como suporte para grelhar carnes sobre a brasa. Para não queimar as mãos e servir a carne, eram usadas as tiras de bambu.



Lenda ou fato, o hábito sobrevive até os dias de hoje e se mostra uma das formas mais interessantes de manipulação dos alimentos.
Os hashis são mais higiênicos do que os garfos e colheres e podem ser produzidos com diversos materiais, desde bambu até prata e marfim.


Parece que toda a cultura culinária oriental foi de certa forma desenvolvida para ser consumida por estes palitinhos. Os alimentos são cortados em tamanhos que podem ser facilmente segurados, dispensando o uso da faca e do garfo.


Existem algumas regras de etiqueta para segurar os hashi. Uma delas é não ficar balançando os palitos no ar. Também não é de bom tom passar os alimentos de hashi para hashi de outra pessoa. Os palitinhos são delicados e como tal não devem jamais perfurar os alimentos.


Dizem os japoneses que os hashis não fazem parte da tradição de comer sushis e sashimis. Isso é um hábito ocidental. O correto é consumir utilizando-se das mãos


Fonte: Nazo Sushibar
Fotos: Arquivo pessoal. Proibido copiar




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